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Pará de Minas 13/05/2022


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       Bié Barbosa
GENTE PENSANTE BIÉ BARBOSA, jornalista e publicitário (UFMG), nascido em Pará de Minas em 22/11/53, é casado com Maíza Lage com quem tem 4 filhos. SEU LEMA: “O SENHOR É MEU PASTOR, NADA ME FALTARÁ”!


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Veja também a crônica deste mesmo colunista da edição 1889 abaixo: 

A DIFERENÇA ENTRE UMA ALMA CAIPIRA E OUTRA, URBANA

Nascidos em diferentes cidades, porém de um mesmo estado, ainda jovens eles sentaram-se, lado a lado, na arquibancada do Mineirão, quando ainda eram feitas provas de vestibular, para ter acesso a uma faculdade. Como os estudantes eram separados pelos nomes, em ordem alfabética, os dois, por terem os nomes começados pela letra D, ficaram um ao lado do outro. Após a divulgação dos resultados, um deles passou naquela faculdade particular de mensalidades salgadas e o outro, seis meses depois, passou em outra, federal, ficando livre de mensalidades. Seguiram a mesma profissão e, anos depois, já casados e com filhos, nas poucas vezes em que se encontravam. um deles convidava o outro, para passar um fim de semana na casa dele. Ele respondia que iria, mas nunca ia e a desculpa era sempre a mesma: falta de tempo. O outro, por sua vez, dizia, também sempre, a mesma coisa:

- O tempo é a gente quem o faz. Basta você, um dia, priorizar esse encontro que ele irá acontecer. 

Mal sabia o outro que o motivo, não único, mas principal, era a esposa que não era muito chegada à mulher do outro. O tempo continuou passando e o amigo convidado tornou-se viúvo. Foi assim que o 1° encontro entre os dois aconteceu. Ambos estavam realmente alegres naquele ambiente de paz, com pássaros gorjeando belos e diferentes sons, em meio ao ziziar agudo e constante de dezenas de cigarras. O amigo anfitrião abriu garrafas de vinhos e cervejas, enquanto o delicioso almoço era preparado por um gourmet, especialmente contratado para aquela ocasião. Conversa vai, conversa vem, quando, certa hora, o visitante perguntou para o velho amigo?

- Você gosta muito daqui, não é?

O perceptivo anfitrião, notando uma certa reticência na pergunta, pensou um pouco para não responder com um seco sim. Assim, respondeu com outra pergunta, deixando claro o seu desapontamento:

- Pelo visto, você não está gostando, não é?

- Não é isso... É porque não gosto de insetos e tenho horror a cobras. Prefiro as cidades grandes e os seus shoppings (riso).

- Sou diferente de você, então, porque a minha alma é caipira. Gosto das águas geladas dessas cachoeiras, onde quase não bate sol, a não ser ao meio dia e bem rapidamente. Gosto também de fazer longas caminhadas por trilhas, ao amanhecer, quando levo comigo apenas os meus olhos e as minhas orações. Nessas horas, abro bem os meus olhos, para enxergar toda a exuberância e poder da natureza, em sua plenitude. E assim vou enxergando as pedras, os pássaros e as flores, grandes e miudinhas que passam por mim... De vez em quando, alguma cobra, que eu nunca mato (riso). 

E você, saberia explicar o porquê de certas pessoas serem tão urbanas, enquanto outras são tão rurais? 

UMA BOA LEITURA!


O editor GP escreve mais uma crônica: Por que certas pessoas são consideradas tão chatas?


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