Selo GP - Rodrigo Roreli Laço
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Francisco Gabriel Bié Barbosa
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ANO 38 - Nº 1931
Pará de Minas 18/08/2022


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WANDERCY CORREA STEIN, 85
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       Bié Barbosa
GENTE PENSANTE 
BIÉ BARBOSA, jornalista e publicitário (UFMG), nascido em Pará de Minas em 22/11/53, é casado com Maíza Lage com quem tem 4 filhos. SEU LEMA: “O SENHOR É MEU PASTOR, NADA ME FALTARÁ”!


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Veja também a crônica deste mesmo colunista da edição 1925 abaixo: 

A BRISA E O NEGÓCIO, NUMA SOCIEDADE CAPITALISTA

Naquele sábado, o salão de beleza, que ficou longe do Centro, estava concorrido. Afinal, havia três ou quatro casamentos na cidade. Como o atendimento não era personal, um bando de mulheres chegou junto. A recepcionista do local suspirou, dizendo para si mesma:

- Virgem! O bando de maritacas chegou!

E como um bando dessas aves brasileiras, a tagarelice começou lgo. Disse a loura:

- Lá em casa, nem eu, nem ninguém tomamos vacina contra a covid. Sabiam que os efeitos colaterais são bem piores e estão matando mais gente do que o coronavírus!

As outras mulheres ficaram caladas, meio que chocadas com o que ouviram. Aí, a loura perguntou, uma por uma, a todas aquelas mulheres, inclusive, o cabelereiro. Aí quem ficou chocada foi ela, já que todos ali tinham tomado as quatro vacinas. Entretanto, ela não se deu por vencida e disse:

- Gente, vocês não estão lendo os principais jornais do mundo falando sobre isso? Estão precisando de ler mais... (risinho).

Mais uma vez, ninguém respondeu nada, a não ser a recepcionista tagarela, dizendo, novamente, para ela mesma:

- Santa ignorância!

A proprietária de buffet mudou o assunto para outro, também polêmico:

- Você estava falando de jornais do mundo inteiro, mas o que eu vou falar é de um jornal daqui mesmo, da nossa cidade. Vocês sabiam que tem de pagar para sair nas colunas dele?

A mulherada alvoraçou-se, inclusive a loura, cada uma dizendo alguma coisa:

- Mentiiira! Tô boba!

- Se depender de mim, esse jornal não ganha um tostão.

- Eu já desconfiava disso, porque, outro dia, um casamento mixuruca ganhou uma página inteira, toda colorida, do colunista. E, cá pra nós, no casamento da minha princesa, muita gente falou que eu e meu marido ar-ra-as-mos! Entretanto, ele não mereceu mais que meia página, em preto e branco, e ainda dividindo espaço com um outrozinho, qualquer. Até os fornecedores, que estão em toda festa de casamento e sabem das coisas, me falaram que nunca virão nada igual!

As mulheres olharam uma para a outra, com expressões variadas de deboche ou despeito.

Nessa hora, um maquiador, que veio da capital, fez o pertinente comentário:

- Gente do céu, numa sociedade capitalista, jornalismo é um negócio como outro qualquer, exatamente como vocês, aqui no salão, que tiveram de pagar pelas maquiagens e penteados. E jornal vive de anúncios, assinaturas e notas comerciais. Não tem nada demais nisso. Super, hiper e mega normal!

E você, já sabe distinguir uma matéria jornalística de outra, comercial?

UMA BOA LEITURA!



O editor GP escreve mais uma crônica: UMA QUESTÃO NÃO SÓ POLÊMICA, COMO MUITO TRISTE


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