Selo GP - Rodrigo Roreli Laço
Fundação:
Francisco Gabriel Bié Barbosa
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ANO 38 - Nº 1931
Pará de Minas 18/08/2022


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HISTÓRIA DE VIDA

WANDERCY CORREA STEIN, 85
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CARLOS ALBERTO DE MOURA MORATO, empresário.

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       Bié Barbosa
 


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BIÉ BARBOSA, jornalista e publicitário (UFMG), nascido em Pará de Minas em 22/11/53, é casado com Maíza Lage com quem tem 4 filhos. SEU LEMA: “O SENHOR É MEU PASTOR, NADA ME FALTARÁ”!


* VOCÊ ENCONTRA A GAZETA NAS SEGUINTES PADARIAS: BARIRI (São José), CAFÉ COM LEITE (São Luiz) e FRANÇA (rua Direita); * MERCEARIA DONA BENTA (São José) * NAS BANCAS: FELIPE (em frente à EE Governador Valadares); FRANCISCO (em frente ao Santander); LEONARDO (praça das “bolas”) * E POSTO STOP SHOP (avenida Ovídio de Abreu).

Veja também a crônica deste mesmo colunista da edição 1927 abaixo:

TRAIÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NAS BRINCADEIRAS DOS FILHOS

Amigos de longa data, aqueles homens, com quase 70 anos, residentes em uma mesma cidade, encontraram-se em um outro estado, em uma pousada que tem água naturalmente quente. O encontro se deu à noite, sem combinar, em uma das piscinas embaçadas pela fumaça que saía das águas. Saldaram-se, alegremente, tanto os dois, como as suas esposas:

- Que feliz coincidência! Sair de nossa cidade e nos encontrarmos aqui.

- Nunca vi! 

Ficaram os dois conversando, tomando alguns drinques, no bar molhado, enquanto as esposas, trocando ideias, ficaram mais para o centro da piscina. A mais magra, usando biquíni, apesar da idade - a nada a esconder - contou para a amiga uma confidência que ela carregava sobre a traição do marido, fato ocorrido há anos, no início do casamento. Disse assim:

- Eu sofri muito daquela época - chorei demais - mas minha mãe disse-me para não largá-lo, porque seria bem pior. Só que, a partir dali, nunca mais eu deveria dar a segurança total que eu lhe dava sobre a minha fidelidade. E assim eu fiz e ainda faço, até hoje. Ele nunca sabe, com certeza, se eu já o traí ou não, apesar de nunca ter traído. Minha mãe estava certo, porque nunca mais ele tirou os olhos de mim, nem teve tempo pra ficar procurando outras por aí... (riso). Me desculpe ter feito esse desabafo com você. Saiu assim, do nada... Estava precisada...

A mulher menos magra e usando maiô, pegou uma das mãos da amiga e falou:

- Não se preocupe. Nenhuma teoria ou ciência do mundo ajuda tanto uma pessoa, quanto o momento em que ela perde o medo de abrir o coração para um semelhante seu... 

Enquanto isso, no bar molhado, os homens continuavam a prosa. Disse o calvo:

- Tive três filhos e nenhum deles deu carreira certa na vida. Fico pensando aonde foi que eu errei... Vejo você, com três filhos também, e todos deram certo... O que será que você fez que eu não fiz?

O homem de cabelos brancos sentiu certa inibição, antes de falar, mas, depois, disse:

- Obrigado, por achar isso dos meus filhos, mas não tenho resposta para essa pergunta... realmente, não sei. Mas lembro-me que, quando elogiavam algo supérfluo, como a beleza dos meus filhos, eu desviava assunto e falava sobre alguma qualidade real deles, como talentos, aptidões e inteligência. Fora isso, eu gostava muito de brincar com eles, porque eu tinha lido algo, dizendo que nenhum brinquedo ou joguinho eletrônico ensina mais a uma criança que a companhia de seus pais, quando eles estão brincando com o mais simples dos brinquedos...

E você, o que pensa sobre a infidelidade? E sobre a participação dos pais nas brincadeiras dos filhos?

UMA BOA LEITURA!



O editor GP escreve mais uma crônica: ENTRE A VIDA REAL E A QUE SE INVENTA


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