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ANO 38 - Nº 1930
Pará de Minas 12/08/2022


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Entre outras queixas dos leitores GP leia: Capricho total na poda de árvores

VEJA NA EDIÇÃO 1833: NAS BANCAS DE 18/09 A 24/09. DEPOIS, SÓ NA GAZETA. Veja também outras queixas da edição anterior abaixo.

“QUANTOS E ONDE SERÃO INSTALADAS AS CÂMERAS DE OLHOS VIVOS?”

“Vi na edição no GP Jornal, uma matéria sobre o Olho Vivo (edição GP 1829). Adorei saber disso e acho que será um sucesso, ajudando a combater vários crimes que hoje são cometidos na cidade. Porém, a reportagem do jornal não informou quantos pontos a cidade terá e onde eles serão instalados? Gostaria de saber. Vocês poderiam me informar?”

NOTA DA REDAÇÃO - Contatada, veja o que disse a Assessoria de Comunicação da Prefeitura.

“A prefeitura informa que: * Nesta 1ª etapa serão instaladas 45 câmeras, espalhadas pela área central, bairros, principais ruas e avenidas, além das entradas e saídas da cidade. * A sala de comando será no quartel da 19ª Companhia Independente da PM de Minas Gerais. * As câmeras instaladas em Pará de Minas têm tecnologia de ponta, inclusive com capacidade de identificação de veículos, por meio das placas. * Com isso, a polícia poderá acompanhar quem entra e sai da cidade. * O sistema implantado possibilita a ampliação do número de pontos de monitoramento, podendo chegar a 120 câmeras,” informa a assessoria.

* Leia mais sobre este assunto, na Enquete GP, ao lado.

“NÃO TEM AVENIDA, UMA RUA SEQUER, COM O NOME DELE”

 “Li a matéria Importante Ponto Turístico Completa 57 Anos (edição GP 1830) e fiquei muito triste das pessoas não mencionarem que o terreno onde foi instalado o nosso Cristo Redentor foi doado por meu avô, José Alves Ferreira de Oliveira. Afinal, sem ele, nem teria o Cristo (...). Ele foi, inclusive, fundador da Cerâmica Raquel. Foi ele que construiu o 1° alto forno contínuo. Aquela região toda era de propriedade do meu avô. Depois é que foi tudo loteado. Inclusive, tanto o bairro como a cerâmica receberam o nome de Raquel em homenagem a minha bisavó, Raquel Ferreira, mãe do meu avô. Não que a gente queira aparecer, mas fico triste, pois acho que deveriam valorizá-lo um pouco mais. Quem deu o impulso na companhia de tecelagem local também foi o meu avô (...). Porém, infelizmente, não tem uma avenida, uma rua sequer nesta cidade com o nome dele e eu acho tudo isso muito estranho! Tem até da minha avó, Maria Guimarães Ferreira, no Recanto, mas do meu avô não tem... Fico chateada e quando li essa reportagem do Cristo, achei que vocês deveriam ter investigado melhor. (...).”

NOTA DA REDAÇÃO - Este GP Jornal agradece as informações e esclarece que os dados levantados para a matéria foram fornecidos pelo museu local, a quem este GP Jornal aproveita para sugerir o acréscimo dos importantes dados acima à história do Cristo local.

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