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ANO 38 - Nº 1918
Pará de Minas 20/05/2022


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Entre outras queixas dos leitores GP leia: O que esses 2 poderosos estão fazendo ali?

VEJA NA EDIÇÃO 1847: NAS BANCAS DE 25/12 A 31/12. DEPOIS, SÓ NA GAZETA. Veja também outras queixas da edição anterior abaixo.

“O SANTUÁRIO NÃO ESTÁ SABENDO EVITAR O VÍRUS?”

“Estive com minha esposa no Santuário da Piedade, para assistir a uma missa, usando máscaras, obviamente. Nos sentamos juntos, já que somos marido e mulher, que vivem e dormem na mesma cama. Porém, um funcionário da igreja, usando uma máscara que só tapava a boca dele, deixando o nariz todo de fora, veio até a gente pedir para que nós nos sentássemos separados. Sei que a regra é sentar separado mesmo, mas por sermos um casal, não vi necessidade na ordem dele. Inclusive, o coroinha, que fica sentado no altar, estava usando um daqueles EPI - Equipamento de Proteção Individual, de protetor facial, igual aos, usados pelos médicos durante uma cirurgia, mas sem a máscara por baixo. Todo mundo sabe que a máscara é muito importante e que esse EPI sozinho não impede de pegar o terrível coronavírus. Desculpem-me, mas acho que o pessoal do santuário  não está sabendo direito como devemos fazer para nos protegermos contra o vírus. Sentar junto de familiar não pode, mas usar máscara, de forma errada, ou nem usar, pode?”

NOTA DA REDAÇÃO - Contatado, veja o que disse o padre Charley Marcelino.

“Estamos apenas cumprindo o decreto do município que nos pede um distanciamento de 1M e meio entre as pessoas. Os lugares individuais marcados nos bancos garantem esse distanciamento exigido. Não faremos concessões, mesmo que sejam pertencentes à mesma família. As determinações decretadas não preveem isso. (O casal reclamante) será sempre bem-vindo em nossa comunidade paroquial, mas como não aprovam nossa dinâmica, existem mais outras 5 paróquias na cidade e eles poderão participar das missas, em algumas delas. A beleza da igreja está no fato de ser una e na sua catolicidade. Se, por acaso, reivindicarem privilégios pelo fato de serem dizimistas, o que é muito comum, basta transferirem o dízimo, que é uma contribuição gratuita e incondicional, e não se espera compensação nenhuma, para a nova paróquia eleita. As normativas explícitas no decreto municipal são universais, ou seja, para todos, sem exceções. Talvez, fosse melhor eles (o casal) sugerirem alguma mudança aos membros do Comitê de Enfrentamento da Covid-19 deste município. Não seremos fora da lei! E quanto aos voluntários e colaboradores que nos ajudam com suas limitações, vou pedir para eles se ajustarem e usarem corretamente as máscaras, para proteção deles e de todos. O erro cometido por eles não valida o descumprimento das normativas de ninguém,” pondera, com firmeza, o padre.

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