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ANO 38 - Nº 1930
Pará de Minas 12/08/2022


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GRITO POPULAR

VEJA NA EDIÇÃO 1863: NAS BANCAS DE 23/04 A 29/04. DEPOIS, SÓ NA GAZETA. Veja também outras queixas da edição anterior abaixo.

“POR QUE O NOSSO DEPUTADO VOTOU CONTRA A COMPRA DE VACINAS PELOS EMPRESÁRIOS?”

“Pessoal da GAZETA, vi que a Câmara dos Deputados aprovou no dia 6 de abril o texto-base do projeto que autoriza empresários da iniciativa privada a comprar vacinas contra a covid, para imunizar seus funcionários. Se as empresas doarem imunizantes para seus colaboradores e 50% do Sus - Sistema Único de Saúde, a fila de vacinação irá andar muito mais rápido. Mas claro que, como sempre, tem a turma do contra. A esquerda, por exemplo, se colocou em peso contrária a proposta. Para mim, quem pensa assim torce pelo mal do Brasil. Por isso, compartilho com vocês os nomes daqueles deputados que votaram contra. Observe que entre eles está o nosso deputado federal e eu fiquei chateado com isso. Por que ele teria votado contra? A reportagem GP saberia me informar?”

NOTA DA REDAÇÃO - Contatado, veja o que disse o deputado federal Eduardo Barbosa.

“É importante entender que os laboratórios em geral não vendem para empresar particulares. A venda hoje é restrita aos governos, porque é uma necessidade do mundo inteiro. Ou seja, ao invés de o governo intermediar para a compra de vacinas para a população, vai intermediar empresas particulares. Governo tem que defender é o cidadão. Não se enganem e leiam o projeto de lei. Se os governos do mundo inteiro estão com dificuldades de comprar vacina, imagina concorrer no mercado com as grandes empresas do mundo? Nem no Estados Unidos, nem em outro lugar do mundo está ocorrendo isso. Esse projeto de lei não é para você, empresário, que luta, todo dia, para obter o seu ganha pão. Permite que vacinas aprovadas, em qualquer regime e em qualquer lugar do mundo, sejam trazidas para o Brasil, sem o aval da Anvisa, que é indispensável para garantir a eficácia, qualidade e segurança do medicamento. Doses não aprovadas por essa agência reguladora não poderão ser usadas na vacinação gratuita, promovida pelo Sus. No mais, é uma imoralidade você conseguir antecipar sua vacinação, porque tem dinheiro. Quem tem dinheiro toma a vacina antes? É isso que estamos propondo? Quem tem dinheiro pode qualquer coisa e quem não tem fica na fila? Uma coisa são os empresários querendo comprar vacina para doarem para o Sus. Outra coisa é aprovar uma lei que não passa pela Anvisa. Isso seria interesse da saúde ou do econômico?,” responde o deputado e questionando o(a) leitor(a).

CHUVA DE GRITOS SOBRE O SENADOR VALADARES (8)

Leia hoje mais opinião de leitor(a) GP sobre a recente série de entrevistas que estão sendo feitas por este GP Jornal sobre a polêmica questão do bairro Senador Valadares que não estar indo pra frente. Confira:

* “O(a) leitor(a) fez referência à minha pessoa, de maneira totalmente irreal. Quanta coisa errada em uma só matéria (grito). Isso chega a ser ridículo! Se você, como editor do jornal, quiser saber e publicar uma reportagem inteligente, honesta, com fatos reais, me ligue que eu vou lhe explicar tudo o que anda acontecendo nesse bairro. Agora, se você estiver fazendo o que a prefeitura sempre fez, é porque o jornal está no mesmo nível. Ou seja: não teria responsabilidade, nem ética. E fica achando ainda que é o máximo, publicando fatos irreais...”

NOTA DA REDAÇÃO - Contatado pelo whatsApp, o próprio editor GP explicou a esse(a) leitor(a) que a queixa não era opinião do jornal, mas de um(a) leitor(a) e que ele também seria ouvido, como reza a democracia. Explicou ainda que ele só não tinha sido ouvido antes, porque o leitor(a) em questão não havia citado o nome dele, apenas a profissão. Diante disso, não tinha como a reportagem GP saber de quem se tratava. Depois dessa e de outras explicações, o(a) leitor(a) aceitou a proposta do jornalista Bié Barbosa de conceder uma entrevista que, por sinal, já foi publicada por este GP Jornal, em uma das edições anteriores. (Continua na próxima edição).



Entre outras queixas dos leitores GP leia: “Uai!!! E isso? Pode?”


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