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Pará de Minas 18/08/2022


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CASAL DE ADVOGADOS É INDICIADO PELA PCMG POR GOLPE EM VENDA DE VIAGENS

Um casal de advogados, 40 e 41 , foi indiciado pela PCMG - Polícia Civil de Minas Gerais por estelionato e falsidade documental e ideológica, após investigação sobre golpe na venda de pacotes de viagens em Pará de Minas. Ao longo do inquérito, a polícia identificou 78 vítimas nas cidades de Ipatinga, Coronel Fabriciano, Belo Horizonte e Pará de Minas. As investigações iniciaram em maio deste ano, depois que clientes e proprietários de agências de turismo denunciaram a ação dos suspeitos, que se apresentavam como agentes de viagem. Conforme apurado, o casal solicitava às vítimas dados pessoais ou pagamentos via cartão bancários, que eram posteriormente utilizados para custear viagens de outros clientes, que pagavam pelo serviço à vista e em espécie. Para atrair as vítimas, a dupla oferecia viagens a preços menores que os praticados no mercado. Em apenas um dos negócios realizados por intermédio de uma agência turística de Pará de Minas, a polícia acredita que o casal tenha gerado um prejuízo de R$ 156 mil. “As vítimas só descobriam o golpe ou a falta da prestação do serviço contratado na iminência da viagem, gerando grandes frustrações e constrangimentos, além dos prejuízos financeiros. Não satisfeita, a dupla ainda utilizava os dados dos cartões bancários para comprar outros pacotes vendidos a outras pessoas, obtendo mais vantagens ilícitas e prejudicando outras pessoas”, explica o delegado César Augusto Faria Freitas. Os investigados, que já estão no sistema prisional à disposição da Justiça, foram indiciados pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica e falsificação de documentos públicos e particulares.

GOLPES CONTRA GRUPO DE TURISTAS - No curso das investigações, a PCMG ainda identificou negociações de viagens envolvendo um grupo de turistas das cidades de Ipatinga e Coronel Fabriciano, com os quais os investigados negociaram viagens com destino a Terra Santa, prevista para fevereiro de 2022. Até então, os suspeitos não haviam reservado hotel ou comprado passagens aéreas. Cerca de 40 pessoas pagaram pela viagem e, para tal, disponibilizaram dados dos cartões bancários. Conforme apurado, os dados dessas vítimas estavam sendo utilizados pelos investigados para efetuar pagamento de reservas de hotéis e passagens aéreas para outro grupo de pessoas da cidade de Belo Horizonte, que teriam pago à vista por viagens com destino a Cancun, Croácia, Disney, entre outros.

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