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Pará de Minas 13/05/2022


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VEJA NA EDIÇÃO 1885: NAS BANCAS DE 24/09 A 30/09. DEPOIS, SÓ NA GAZETA. Veja também outras queixas da edição anterior abaixo.

HOUVE OU NÃO HOUVE BAFAFÁ NA CÂMARA?

A reportagem GP apresenta abaixo o resumo do conteúdo de uma cópia de carta assinada por um casal e enviada à presidência da câmara municipal. Segundo consta, um suposto caso de destrato teria ocorrido na câmara, no dia 30 de agosto e teria como envolvidos uma vereadora e o citado casal, cujo original da carta foi lida na reunião extraordinária do último dia 8. Argumentaram que só fizeram isso, para que todos os vereadores tivessem acesso à verdade dos fatos, já que nas redes sociais o que teria sobressaído teria sido uma suposta conotação política, diferente da realidade do fato. Afirmam, entre outras coisas: * que o próprio presidente da Casa e alguns funcionários teriam assistido as cenas; * que passavam pela câmara, quando a mulher dele teria sugerido ao marido entrar na câmara, para terem um acesso rápido ao procurador jurídico da Casa; que não se trataria de um contato profissional, muito menos jurídico, mas de um assunto familiar; * que, devido à amizade de anos que eles teriam com o advogado, que poderia dar a eles alguma orientação; * que o advogado estaria ausente; * que foram surpreendidos, então, pela vereadora que teria sido deselegante, ao dizer que o procurador não poderia atender clientes ali; * que a vereadora teria se dirigido à sala do presidente, onde teria solicitado o registro de uma denúncia dela contra o advogado; * que a esposa dele chamou a P M - Polícia Militar, para o registro de um B O - Boletim de Ocorrência, mas, quando os policiais chegaram, ela não quis mais fazê-lo; * que o casal teria saído fragilizado da câmara, pela suposta acusação; * que, depois, procurada pelo whatsApp, pelo filho do casal, a vereadora teria negado ter destratado os pais dele e até teria pedido desculpas; * que o homem teria gravado em áudio todo o embate, por meio de seu celular; e * que esse áudio foi ouvido pelo filho, que, assim, teria tirado uma possível dúvida que ele poderia ter tido contra os próprios pais...”

NOTA DA REDAÇÃO - Contatada, a vereadora Márcia Marzagão não enviou resposta até o fechamento desta edição. Entretanto, caso ainda queira, é só manter contato.

* Também contatada, a Assessoria de Comunicação da Câmara informou que o procurador jurídico da Casa, Antônio Carlos Lucas, disse que, no momento, não irá se pronunciar, já que esse caso não tem nada a ver com a câmara com o casal e a vereadora Márcia.


Entre outras queixas dos leitores GP leia: “Sem compaixão para com os animais”


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