Selo GP ANO 37 - Nº 1894
Pará de Minas 25/11/2021
Fundação:
Francisco Gabriel Bié Barbosa
Alcance, credibilidade e
imparcialidade,
desde 84
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GRITO POPULAR

14/10/2021 | Notícias

COMPRE A GAZETA NAS BANCAS: * PADARIAS: BARIRI, CAFÉ COM LEITE e FRANÇA; * BANCAS: MARIA JOSÉ (EE Governador Valadares) e FRANCISCO (ao lado do Santander); * STOP SHOP, etc..

Veja também outras queixas da edição anterior abaixo:

SEM O ÚNICO APARELHO DE TOMOGRAFIA NÃO DÁ

“O único aparelho de tomografia do hospital de Pará de Minas ficou por semanas danificado e sem nenhuma previsão de conserto, segundo a própria secretária que trabalha no setor. Senhores responsáveis pela saúde de nossa cidade, tomem alguma providência, pelo amor de Deus! Afinal, só temos um...”

NOTA DA REDAÇÃO - Contatada, veja o que disse a Assessoria de Comunicação do H N S C - Hospital Nossa Senhora da Conceição.

“O H N S C esclarece que o aparelho de tomografia não estava estragado. A paralisação se deu pela falta do insumo básico, para o seu funcionamento. Trata-se de um produto não fabricado no Brasil e, como se sabe, as importações têm chegado com atraso ao país. Durante o período em que o equipamento ficou inativo, o H N S C custeou atendimentos particulares para os casos de urgência e emergência, além de conveniar com o hospital de Itaúna/MG exames necessários, nos fins de semana. Porém, o serviço já voltou à normalidade, com investimento de R$ 226.000,00, na aquisição do insumo,” esclarece a assessoria.

CACHORRADA NA RUA! CADÊ AS ONGs? (2)

* Na edição GP 1886, foi veiculada nesta seção uma queixa de leitor(a) sobre os cachorros de rua. Isso, porque ele(a), como piloto moto há vinte anos, jamais havia caído, mas que, recentemente, um cachorro de rua derrubou ele(a) e sua moto, quando ele passou perto de um. Aí, ele(a) pediu para veicular neste jornal sobre o papel das ONGs e que a prefeitura tinha de tomar uma atitude. Contatada, a prefeitura disse que o C C Z - Centro de Controle de Zoonoses tem buscado ampliar o serviço de castração, o que contribui para a redução da população de animais de rua, bem como tem tido outras ações voltadas para a conscientização da população quanto a não abandonar e, sim, adotar esses animais. Porém, imediatamente após a veiculação daquela edição GP, duas ONGs publicaram no instagram os seguintes textos, que Equipe GP reproduz, por envolver diretamente esta empresa: 1) A pergunta (do(a) leitor(a) GP) deveria ser: Cadê a Prefeitura, pra Tirar esses Cães da Rua? Pois as ONGs e grupos de proteção não têm obrigação de fazer o que fazem. Por que será que as pessoas acham mais fácil reclamar, do que fazer alguma coisa? E quem faz ainda é criticado? O GP Jornal deveria postar matérias. cobrando dos governantes uma solução. Nós, do Aumigos, assim como todos os protetores dos animais, também queremos uma solução da prefeitura, que é responsável por manter a ordem da cidade e a segurança da população. E esse(a) leitor(a) que teve tempo de mandar uma queixa dessa pro GP Jornal, mande também para aqueles que foram eleitos, para fazer benfeitorias pra cidade e nada fazem... Nós já fazemos muito e, se pudéssemos. faríamos muito mais. Mas não temos mais condição, além de não ser a nossa obrigação. Ah, e se o jornal quiser publicar matérias para nos ajudar, seria muito útil também! 2) Ontem, uma pergunta foi feita em vários posts de amigos e amantes dos animais: Cadê as ONGs? (propagando ainda mais uma queixa veiculada na GAZETA). Acho que os protetores individuais, que são vários, e as ONGs, que são apenas duas atuantes na cidade, devem estar tão perplexos quanto eu, que sou da S O S Bichinho. Por que essa cobrança por parte da população e por meio da imprensa, responsabilizando as ONGs pelo número excessivo de animais nas ruas de nossa cidade? Vale ressaltar que: * o poder público é omisso e incompetente, mas também não foi a prefeitura que soltou esses animais nas ruas; * a grande maioria dos cães que estão nas ruas tinham um lar e foram descartados por seus donos; * hoje, as ONGs e os protetores, juntos, devem tutelar e ser responsáveis por mais de seiscentos animais que, um dia, já estiveram nas ruas. Não respondo pelos outros protetores, mas posso afirmar que, só neste ano, voluntários da nossa ONG já retiraram das ruas mais de quinhentos animais, sendo que quatrocentos já foram castrados, sem um centavo de ajuda do poder público, e mais de quatrocentos hoje já tem um lar definitivo. Convido a imprensa a conhecer melhor o nosso trabalho e dos outros protetores, proponho que façam uma ação legal em prol dos animais, já que é formadora de opinião e está em todos os lares pará-minenses e que, principalmente, conheçam o outro lado da história e sejam sempre imparciais. E nunca se esqueçam: os cães de rua, que estão na sua porta ou na nossa, não são de responsabilidade das ONGs e uma boa ação, como colocar uma vasilha de comida e água, todos podem e devem fazer. Agora, imagina se cada um ajudasse um peludinho carente, com ração, medicamentos e castração? E pra responder onde estão as ONGs, a S O S Bichinho estará neste sábado, dia 9, no Fabrika Mall, onde uma empresa amiga dos animais nos convidou para realizar uma feira de adoção. Estarão disponíveis para adoção vários peludinhos que vieram das ruas e que agora, castrados e cuidados, procuram por uma família responsável. Convido a GAZETA a visitar nossa feirinha e, quem sabe, publicar uma matéria legal com fotos de bichinhos acolhidos e bem cuidados por nós?

NOTA DA REDAÇÃO - Sem querer defender ninguém, já que esta GAZETA é imparcial e todos sabem, há 37 anos, o(a) leitor(a) GP culpou foi a prefeitura, que foi procurada e deu a devida resposta na mesma edição em que a queixa foi publicada. Sobre o papel das ONGs que, segundo o(a) leitor(a), deveriam cobrar, mais e constantemente, da prefeitura sobre esse assustador e crescente número de cães nas ruas da cidade, as duas respostas já foram dadas acima. No mais, esta GAZETA fará matéria com o S O S Bichinho, sobre a feirinha no shopping, bem como continua aberta a todos os seus queridos leitores, para darem aqui a sua opinião sobre tudo que vivem nesta cidade.



Entre outras queixas dos leitores GP leia: Ruas imundas. Culpa de quem?


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