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ANO 38 - Nº 1930
Pará de Minas 12/08/2022


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Veja também outras queixas da edição anterior abaixo.

NOVA CONFUSÃO ENVOLVENDO VEREADORA

A reportagem GP recebeu um email de um(a) leitor(a) informando, em resumo, o seguinte: * que, recentemente, teria rolado nas redes sociais uma notícia sobre uma suposta falta de compromisso no pagamento de compra feita, por uma vereadora, no comércio local; * que a empresa onde ela teria feito a compra entrou na justiça para receber o pagamento; * que a vereadora teria feito uma defesa, no storie do instagram dela, onde teria explicado que ela teria solicitado o desarquivamento do processo no Juizado, para postar, de forma documental, e provar o que realmente aconteceu; * que ela teria chamado o assunto de mais uma fake news; * que ela teria explicado que o que aconteceu teria sido uma cobrança judicial, por causa de uma falsificação de um documento dela; * que ela já teria tomado todas as medidas cabíveis, via Procon, onde teria solicitado emissão de nota fiscal; * que ela não pagaria a dívida, por livre e espontânea vontade, já que ela nada deveria a ninguém; e * que a citada empresa (onde ela teria comprado) teria forjado um valor, ao emitir uma nota fiscal, sem ter comprovação de venda; e * que ela ainda teria lamentado que escritórios clandestinos de advocacia, sem registro na O A B - Ordem dos Advogados do Brasil, tenham tido esse tipo de conduta; (...).

O(a) leitor(a) disse também que não concorda “com nada que a vereadora disse, uma vez que, para ter sido penhorado, o processo já estaria em fase de execução. Ou seja, ela não teria conseguido provar, no processo de conhecimento, que a assinatura não seria dela. Então, se ela não teria conseguido provar, ela já estaria sendo cobrada, em fase de execução, e é por isso que foi penhorado. A juíza não iria, simplesmente, penhorar uma coisa assim, do nada... Que país é esse, onde uma pessoa que exerce um cargo público, representando o povo, age dessa forma? (...)”

NOTA DA REDAÇÃO - * Contatada pela reportagem GP, veja o que disse a vereadora Márcia Marzagão, por meio do whatsApp.

“Se vocês divulgarem isso, eu vou entrar na justiça contra a GAZETA. Já estão avisados! Isso não é notícia, é difamação! Aliás, é uma vergonha que a imprensa oficial comece a fazer fofoca. Imprensa oficial dá notícia e isso não é notícia, é fofoca! Vou fazer a notificação, formalmente, por meio da minha banca, à GAZETA. Sugiro que vocês leiam o Código de Ética da Imprensa Oficial. Aliás, é a 2ª fofoca mentirosa que vocês dizem que recebem (contra ela), de forma anônima (*), e ainda querem divulgar. Que vergonha! (...) Sinceramente! A GAZETA está virando jornal de fofocas? A GAZETA está sem credibilidade nenhuma! A GAZETA não é jornal de fofocas! (...)” 

* Procurada também, a empresa que teria sofrido o dano financeiro, confirmou o fato, mas preferiu não falar nada sobre o assunto, explicando, educadamente, que o processo já foi julgado, com ganho de causa para a empresa deles. 

(*) As queixas desta seção são anônimas apenas para as pessoas ou profissionais atingidos, não para o jornal. Evidentemente, para serem divulgadas, a reportagem GP precisa saber a nome da fonte e o telefone, para checar a veracidade do fato, antes de sua publicação. No mais, a GAZETA não revela suas fontes, porque elas solicitam pelo anonimato, temendo retaliações, que realmente podem acontecer, principalmente quando o meio é o político.


Entre outras queixas dos leitores GP leia: Ruas imundas. Essas casinhas deveriam ou não ser tombadas?


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