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Pará de Minas 04/08/2022


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Veja também a crônica deste mesmo colunista da edição 1897 abaixo: 

QUANDO A DISTÂNCIA ENTRE O PRESENTE E O FUTURO VAI SÓ SE ENCURTANDO

Na varanda coberta por linda buganvília rosa choque, quatro amigos, de longa data, conversavam, no curto intervalo que eles deram, após mais de uma hora fazendo o que eles mais amam: jogar xadrez. Todos tinham mais de 75 anos, sendo que dois deles já haviam passado dos oitenta. Jogam xadrez, no maior silencio, e só dão esse tempo para esticar o corpo, quando a mulher do anfitrião anuncia que o café está servido. O menos idoso falou em tom de brincadeira:

- Hora do coffee-break!

O, calvo comentou:

- Gente, sabe o que eu estava pensando, enquanto jogávamos. Que o meu netinho mais novo está com dois aninhos. Então, quando ele tiver quinze anos, eu, que acabei de fazer setenta e oito, estarei com noventa e um anos. Vou aproveitá-lo muito pouco...

O mais velho brincou, para quebrar a tristeza que a proximidade da morte sempre provoca:

- Isso, se você tiver sorte - ou azar - de chegar aos noventa e um (muitos risos).

O homem calvo retrucou:

- Claro que chegarei lá. Aliás, pretendo passar dos cem anos, e passarei, já vou avisando. Sabem por quê? Eu gosto muito de viver. Sinto alegria diária, pelo simples fato de estar vivo! Vou contar uma coisa pra vocês: e eu amo todo mundo, sem exceções e me sinto muito amado também, inclusive por vocês três. É isso que me dá energia e alegria para viver cada dia!

O único homem que estava de boné caqui brincou:

- Está bom, Bem Amado! (risos). Agora, todo mundo já sabe que você vai viver mais do que o Matuzalém. Cuidado para não passar os últimos anos entrevado em uma cama, dependendo de ajuda de terceiros ou internado em um asilo. Todos usufruindo de sua aposentadoria privada. Tomara que ela  seja gorda (mais risos).

O homem mais idoso voltou a falar, nessa hora, apontando para as duas mesas de xadrez:

- Vamos parar com esta lorota toda de morte e voltarmos ao trabalho?

Respondeu o homem calvo:

- Vamos sim, mas antes quero que vocês me prometam que mandarão escrever na minha lápida o seguinte texto: Esse teve um caso de amor com cada pessoa e sua vida valeu muito a pena!

E você, já chegou a uma idade, em que o presente vira futuro?

PAZ NO NATAL E UMA BOA LEITURA!



O editor GP escreve mais uma crônica: Os objetos de uma casa revelam a alma de seu dono?


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