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Pará de Minas 18/08/2022


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A COVID E AS SEQUELAS CARDÍACAS, NEUROLÓGICAS E PULMONARES

Na terça-feira, 19, a reportagem GP participou de mais uma entrevista coletiva, desta vez com a pesquisadora Bárbara Oliveira, que falou sobre a fase final da pesquisa do perfil epidemiológico dos indivíduos identificados com covid-19, em Pará de Minas. Leia o que foi dito.

“A pesquisa do monitoramento do perfil epidemiológico da covid em Pará de Minas iniciou no fim de janeiro, deste ano e agora está sendo feito um levantamento, por meio de um questionário, de quais características a população que teve covid na cidade apresentou como sequelas. Entre elas posso citar as sequelas cardíacas, neurológicas e pulmonares. Como o levantamento é feito por questionário, não temos contato direto com essas pessoas e o questionário está disponível no site da prefeitura. Importante frisar que o sigilo do paciente é absoluto, até mesmo os funcionários não terão acesso ao nome da pessoa, apenas aos dados por ela informados no questionário,” explica Bárbara.

POR QUE ISSO É IMPORTANTE? - “Quando decidi fazer o levantamento aqui em Pará de Minas foi porque a cidade estava tendo uma abrangência muito grande de casos positivos. Com isso, atentei que a cidade precisaria ter essa caracterização para o tratamento ambulatorial, uma vez que as sequelas viriam após o período agudo da infecção e a saturação da saúde iria acontecer. Essas sequelas podem durar uma semana, meses ou até mesmo mais de um ano, como foi um caso identificado por nós. Por isso, pedimos a população que teve covid que respondam o nosso questionário, que estará aberto até o próximo dia 29, sexta-feira. Quanto mais pessoas responderem, mais poderemos caracterizar os casos de sequelas pós-covid. E após os dados serem enviados para o Ministério da Saúde conseguiremos angariar fundos, para ajudar no tratamento dessas sequelas na cidade”.

E A SITUAÇÃO DA CIDADE AGORA? - “Pará de Minas é hoje a única cidade da região que tem um ambulatório de reabilitação pós-covid. Ou seja, estamos mais avançados devido à toda a estrutura que a saúde já delimitou, prevendo essa situação. E a pesquisa vem para termos uma triagem mais caracterizada desses dados e assim possamos receber mais fundos e podermos atender mais pessoas e com um serviço de melhor qualidade”.


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