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ANO 38 - Nº 1931
Pará de Minas 18/08/2022


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Veja também outras queixas da edição anterior abaixo.

“QUEM MATOU O ARMADOR: O VERGALHÃO OU A MOTOSERRA?”

“Muito boa e ainda em tempo a homenagem que a GAZETA prestou, por meio de depoimentos de familiares e amigos, ao querido Kennedy, que teve morte tão prematura (. Porém, faltou uma coisa que, talvez, a reportagem GP nem tomou conhecimento. Foi o seguinte: quando os militares do Corpo de Bombeiro foram socorrê-lo, o vergalhão que penetrou na cabeça dele era grande demais, para que ele pudesse entrar na ambulância, com ele enfiado na cabeça. Diante disso, eles usaram uma moto serra da construção mesmo, para tirar uma parte do ferro, para ele poder ser colocado dentro da ambulância. Segundo me disseram, o vergalhão ficou tão quente que foi o que levou o amigo à morte... Agora, pergunto: quem o matou? O vergalhão ou a motosserra?”

NOTA DA REDAÇÃO - * Procurada, a família de Kennedy, por meio de sua mãe, Maria Aparecida Guilherme da Silva, confirmou que o vergalhão era, realmente, muito grande e que teve ser serrado. Mas disse, também, que não há nada conclusivo de que esse ato foi o responsável pela morte do filho. Isso, porque a certidão de óbito fala apenas que a causa da morte foi traumatismo craniano encefálico. 

* A reportagem GP também ouviu o comandante do Corpo de Bombeiros local, 1º tenente Thiago Boaventura. Veja.

“Até o momento, não houve qualquer informação que comprove a situação descrita pelo(a) autor(a) do comentário. Entretanto, vamos supor que a alegação dele(a) seja verídica (o que não é). O Corpo de Bombeiros Militar atende uma gama infinita de ocorrências, desde resgate de vítimas automotivas, até captura de animais peçonhentos, incêndios urbanos e florestais, além do trabalho de prevenção contra incêndio e pânico. Dentre o extenso rol de ocorrências atendidas, apesar de possuirmos as instruções técnicas operacionais que guiam os protocolos da corporação, por diversas vezes nos deparamos com situações, onde não existe uma ferramenta perfeita ou uma técnica prevista na literatura. Veja alguns exemplos: * 1. Se um veículo acidentado está na beira de um abismo e o guincho (ferramenta ideal) vai demorar uma hora pra chegar ao local, vamos correr o risco desse veículo descer o barranco ou vamos utilizar cordas e outros meios disponíveis no local para colocá-lo em segurança? * 2. Se uma vítima está em surto psicótico querendo pular da ponte com quadro depressivo, vamos esperar um psicólogo especializado chegar ou vamos tentar acalmá-la e contê-la (se necessário)? * 3. Se um enxame de abelhas está ameaçando uma escola infantil, vamos realizar a captura ou vamos esperar um apicultor, para retirá-las do local? Com esses exemplos, o que queremos ilustrar é que existem situações, onde a ação rápida oferece mais benefícios à vítima do que esperar por uma ferramenta perfeita ou profissional especializado na área. Se o que o(a) autor(a) descreveu for verdade (o que não foi comprovado), o fato se amolda nos exemplos citados acima. Como não é possível transportar uma vítima com um vergalhão de 3M dentro de uma ambulância, vamos ficar aguardando uma ferramenta de corte perfeita chegar ao local e deixar o paciente perdendo sangue, com hemorragia grave, ou vamos usar os meios disponíveis para conduzí-lo, o mais rápido possível, ao hospital? Isso sem contar que o fato do vergalhão ficar movimentando poderia causar danos muito maiores que o corte do mesmo. Outra inconsistência na fala do(a) autor(a) é que motosserra não corta aço. Então, não faz o menor sentido o uso de motosserra para esse fim (entretanto, não citou a ferramenta usada). Em suma, a ocorrência descrita foi de enorme complexidade, a atuação do Corpo de Bombeiros foi ilibada e reconhecida pela população, pela agilidade e seguindo todo o procedimento operacional. Não há qualquer laudo, testemunha ou prova que sustente a argumentação do(a) autor(a),” garante Boaventura.



Entre outras queixas dos leitores GP leia: “SE OCORRER UMA ACIDENTE, DE QUEM É A CULPA?”


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