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ANO 38 - Nº 1931
Pará de Minas 18/08/2022


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“Afinal, foi ou não foi varíola dos macacos?” (2) PARÁ-MINENSE É O 1º MORTO POR VARÍOLA DOS MACACOS, FORA DA ÁFRICA

Em resposta ao grito popular, publicado nesta edição (página 2), com o mesmo título acima, a reportagem GP pesquisou e descobriu que, realmente, durante a última semana, surgiu essa notícia de que a 1ª morte por varíola dos macacos, fora da África, foi de um pará-minense chamado Luciano José Nogueira, 41, que residia em Belo Horizonte. Essa notícia trouxe um grande alerta para a cidade, visto que Minas Gerais tem sessenta e três casos confirmados e cento e quarenta e dois casos suspeitos, até o último dia 2, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde. Em seguida, a reportagem GP ouviu o secretário de saúde, Wagner Magesty. Leia.

“Na última semana, fomos pegos de surpresa com o 1º óbito por varíola dos macacos, fora da África. Ele estava lutando contra um câncer, mas a causa da morte foi septicemia e foi diagnosticado com a varíola dos macacos. Ele morava em BH, mas por ele ter nascido em Pará de Minas, a família dele optou por realizar em Pará de Minas, tanto o velório, como o sepultamento. Com isso, o serviço funerário seguiu o protocolo, que é parecido com o da covid; ou seja, caixão lacrado, pessoas com máscara e menor tempo possível de velório. Esse caso nos acendeu um alerta sobre a alta transmissibilidade do monkeypox (vírus que transmite a varíola dos macacos), uma vez que percebemos muitos casos em Belo Horizonte,” revela o secretário.

E EM PARÁ DE MINAS? - “Aqui, temos um caso suspeito, que já foi notificado, isolado , seguindo todos os protocolos. A autoridade sanitária do município, por meio do setor de epidemiologia, vai fazer o acompanhamento de perto deste caso, quando o paciente deverá ficar isolado por aproximadamente 21 dias. Ele teve o seu exame encaminhado para a Funed - Fundação Ezequiel Dias, que positivará ou descartará o caso, para que ele possa sair do isolamento. A secretaria de saúde, com todos os seus meios de atendimento à população, já está orientada no manejo clínico desses pacientes. Então, aproveito para fazer o alerta para a população: qualquer um que apresentar erupções cutâneas, deve buscar, imediatamente, o posto de saúde para receber a orientação médica em relação ao seu manejo clínico. Não existe motivo para alarde, mas é importante que a população fique atenta e, caso apresente o sintoma citado,  busque,imediatamente, o posto de saúde.”

ALGO MAIS? - “Um outro ponto positivo e otimista de tudo isso é que a letalidade da varíola dos macacos é extremamente baixa. Além disso, tivemos a notícia do Ministério da Saúde que já existe a compra de cinquenta mil doses da vacina contra a varíola, Trata-se de um quantitativo pequeno, visto o tamanho continental do Brasil, mas temos que levar em consideração que a OMS - Organização Mundial da Saúde não define a vacinação em massa contra a varíola. Com isso, o público alvo da vacinação será os profissionais da saúde, os trabalhadores da saúde e os contactantes de casos suspeitos. Ainda existe uma outra forma de combate, feita por um medicamento, que já foi aprovado pela Conitec - Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sus e que o Ministério da Saúde já adquiriu e que será disponibilizado ainda neste mês de agosto, inicialmente para os casos mais agravados.”


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