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Ano 42 - Nº 2137
28 de Agosto de 2026
NOTA DA REDAÇÃO - Procurada pela reportagem GP, veja o que disse a Assessoria de Imprensa da Prefeitura.
“A secretaria de agronegócio, desenvolvimento rural e meio ambiente esclareceu que não há motivo técnico ou ambiental que justifique uma ação de combate ou eliminação completa dos formigueiros em ambos os parques. Além de desnecessária, uma intervenção desse porte poderia comprometer o equilíbrio ecológico local que esses insetos ajudam a manter. As formigas desempenham papel importante na ciclagem de nutrientes, na decomposição de matéria orgânica e servem de alimento para diversas outras espécies da fauna local (aves, répteis, entre outros). Sua presença é, na verdade, um sinal de equilíbrio ecológico na área. Ao escavarem suas galerias, elas revolvem e arejam o solo, favorecendo a infiltração de água e a circulação de ar, um processo natural de descompactação que beneficia a área, ao longo do tempo. A secretaria continuará monitorando as áreas mencionadas e, caso haja a identificação de qualquer situação que represente risco real à segurança dos frequentadores, serão tomadas as providências cabíveis,” rebate a assessoria.
“Esses dias, fui dar um passeio com o meu netinho, no Bariri I (Parque do Bariri), e também no Bariri II (Parque dos Lagos) e fiquei muito mal impressionado(a) com a quantidade de formigueiros em ambos os locais. Diante disso, gostaria de sugerir à prefeitura um trabalho de combate a esses formigueiros. Aqueles montes de terra que a gente vê, na parte de fora - chamados de murundus - nada mais são que pequenos orifícios, por onde elas saem, para atacar, na calada da noite, todo tipo de folhagem que elas vêm pela frente. Meu pai dizia, com muita razão, que debaixo de cada um desses murundus há sempre uma verdadeira cidade de formigas! Sugiro que a prefeitura veja isso de perto, por favor!”