Selo GP - Rodrigo Roreli Laço
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ANO 38 - Nº 1930
Pará de Minas 12/08/2022


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GABRIEL JOSÉ BARBOSA PALOTTI, administrador e Garra Profissional 2021 no agronegócio

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2011 - Jornal revela quem é o Pai Pará-minense do Ano
Como anualmente acontece, no mês de agosto, a GAZETA apresenta aquele que foi escolhido para ser o Pai Pará-minense do Ano. O 9º pais escolhido pela reportagem GP trabalha junto com as 3 filhas, numa das mais antigas profissões, a de alfaiate, especialista em criação de roupas masculinas. Mas ele hoje não é apenas um alfaiate de roupas masculinas, uma vez que, assim como as filhas, trabalha com a confecção de vários tipos de roupas e consertos em geral. O escolhido deste ano é Geraldo Pereira Coelho, 52, da conhecida família Cabrito. Ao ficar viúvo de Anunciação dos Santos, em 1998, Geraldo teve de ser tornar, temporariamente, pai e mãe de suas lindas filhas Cristiane, Jaqueline e Viviane, na época, respectivamente com 10, 9 e 8 anos. Depois de 2 anos, ele se casou com Helaine Aparecida Duarte Pereira Coelho e hoje já tem 2 netos (Gustavo, 5, filho de Jaqueline com Edmilson, e Clara, de 6 meses, filha de Viviane com Diego, e que são seus verdadeiros xodós. Conheça agora um pouco da história do Pai Pará-minese 2011. Cristiane está com 25 anos. “Comecei a trabalhar com o meu tio José Nicodemos da Silveira que era alfaiate que ensinou o ofício, 1º para o meu irmão Antônio e depois, para mim. Hoje, trabalho com as minhas filhas. Na época que comecei como alfaiate, não havia tantas oportunidades para se aprender uma profissão como se tem hoje. Aí, foi o que aprendei a fazer. Meu pai também era alfaiate e minha mãe costureira. Comecei a trabalhar em um sobrado na praça Independência, quando eu tinha 7 anos. Pelas minhas contas, já têm 45 anos que trabalho nesse ramo”, resume Geraldo. VIDA FAMILIAR - Minhas filhas – hoje com 25, 24 e 23 anos - foram crescendo, vendo o meu trabalho, aprendendo e hoje trabalhamos todos juntos, em dois endereços diferentes e temos uma relação boa. Melhor impossível! Claro que existem algumas divergências, coisa do dia a dia, mas nada muito grave. São coisas pequenas que acontecem em todas as famílias mesmo. Temos uma vida agitada aqui na alfaiataria, porque fazemos de tudo: do uniforme ao arremate. As meninas fazem menos coisas, mas elas sabem muito e fazem tudo muito bem feito. Temos muito trabalho... é serviço para dia e noite (riso). Mas, mesmo com todo esse agito, dá para conciliar o trabalho com a vida em família. Ser pai é muito bom e fico muito feliz, porque além de pai, sou avô... e isso é muito bom. Desejo que todos os pais paráminenses sejam felizes; que todos eles tenham serviço para sustentar suas famílias e que o próximo domingo, dia 14 (Dia dos Pais) seja muito especial para todos”.

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