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ANO 38 - Nº 1918
Pará de Minas 20/05/2022


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AGORA É PRA VALER

A Ascipam está realizando mais um trabalho conjunto com a atual administração municipal para enfrentar a ilegalidade dos camelôs e vendedores ambulantes na cidade. Para tanto, eles terão um encarregado de fiscalizar esses vendedores, orientando-os sobre o alvará para que seus produtos não sejam apreendidos. Para saber mais sobre o tema, a reportagem GP conversou com o gerente executivo da Ascipam, Ednei Duarte. Acompanhe o resumo.

“A Ascipam não tem o poder de fiscalizar; quem tem esse poder é a prefeitura (motivo da parceria). Então, agora teremos uma pessoa rodando o tempo todo a cidade, inclusive nos fins de semana e, quando ela ver esses vendedores ambulantes, fará a abordagem para verificar se ele tem ou não o alvará e, se for o caso, acionará o pessoal da fiscalização do patrimônio e a vigilância sanitária. Estamos em parceria também com a política militar e civil. Os comerciantes que verem ambulantes também poderão ligar para um telefone (9 9971-6066) e falar diretamente com a pessoa responsável pela inspeção e que irá abordar o ambulante. Será uma funcionário terceirizado que usará uniforme, onde estará escrito Inspeção Ascipam com o número desse telefone. Pode ligar também para a Ascipam, através do 3232-9800”, explica Ednei.

DENUNCIE - O diretor da vigilância sanitária, Vander Rodrigues, também passou o telefone deles para fazer denúncia: 3231-7722 e alertou.

“Num 1º momento, iremos orientar os ambulantes e daremos caminhos para que eles possam tirar seus alvarás. Se eles não quiserem se adequar à essas normas, iremos apreender seus produtos e encaminhar para o Ministério Público. Quem precisar me ligar diretamente, estarei sempre à disposição no 9 9971-8758”, fala Vander.

E O ALVARÁ? - A reportagem GP conversou também com o fiscalizador de alvará da prefeitura, Valdeci Ferreira. Acompanhe.

“Esses ambulantes têm de procurar o setor de protocolo da prefeitura, das 12H às 17H, onde fará o requerimento, especificando o local onde estará, a quantidade de produtos que ele vai expor e o tempo que exercerá o trabalho. Dependendo do local que ele desejar, terá que ser repassado para o pessoal da secretaria de cultura, pois existem pontos que não podem ser ocupados por ambulantes. Se for aprovado, calcula-se o valor, paga-se a guia e, sem seguida, sai o alvará em duas ou três horas”, diz Valdeci.

QUEM VAI FISCALIZAR? - A reportagem GP conversou ainda com o encarregado de fazer a inspeção dos ambulantes, Carlos Alberto da Silva. Confira.

“Quando eu detectar algum ambulante, entrarei em contato com os fiscais da prefeitura, encarregados de olhar a documentação. Eu serei os olhos da prefeitura, já que será, a partir do meu trabalho, que começarão as fiscalizações”, vangloria-se Carlos Alberto.

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