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Jornal debate corrupção

15/12/2017 | Eventos GP

Esta GAZETA realizou no ultimo dia 23, quinta-feira, o 223° Grande Papo, desta vez na Fapam com o tema proposto pela própria faculdade: corrupção. Os debatedores convidados pela produção deste evento GP foram o advogado Otávio Nilton e a psicóloga Bárbara Dias. A animação musical ficou por conta da dupla Vitor e Ruan, que animou a plateia, na abertura do evento. Após o debate, quando a plateia participou animadamente com perguntas por escrito, aconteceu o sempre esperado Ganha Prêmio com brindes da PLENA ALIMENTOS, COGRAN, escritor JOSÉ PEREIRA DA COSTA e da própria GAZETA. No fim do debate, a reportagem GP conversou com os debatedores e os músicos. Veja, primeiramente, o que disse, em resumo, o advogado Otavio Nilton.

“A Lava Jato tem sido um grande passo na corrupção, a ponta de um iceberg, um divisor de águas no país, porque passamos a investigar e a punir, de forma efetiva, políticos que, anteriormente, seriam inimagináveis de estar respondendo um processo. Temos que torcer para que o Foro Privilegiado seja revogado. Ou seja, que haja uma interpretação mais restritiva do Supremo para que tenhamos um país mais republicano e para que todos possam responder por seus atos,” diz o advogado que, durante o debate disse que acha que os políticos não deverão ser condenados.

EGOISMO - Veja agora o que disse a psicóloga Bárbara Dias.

“Como eu disse, durante o debate o ser humano é egoista por natureza e são as pequenas - como furar fila ou colar durante uma prova – que nos levam às corrupções médias e grandes. Portanto, é o egoísmo que nos leva à corrupção. Debatemos aqui a questão da ética e moral dos indivíduos. Então, é muito importante colocarmos pessoas íntegras, formadas e que tenham boa conduta para conduzir bem os nossos direitos como indivíduos e como sujeitos da sociedade,” ensina Bárbara.

MODÃO AFINADO - A reportagem GP conversou também com a afinada dupla Vitor e Ruan. Acompanhe.

“Somos primos em primeiro grau. A mãe dele é irmã do meu pai, o Wilsinho da Floresta.Então, convivemos desde a infância na roça, brincando e as família todas juntas, cantando. Não tivemos como negar a raça. Nosso estilo é o Sertanejo Universitário e nos shows fazemos um modão,” conta Vitor.

“Quando eu nasci, minha mãe disse: Esse menino vai ser importante e vai se chamar Ruan com r (risos). O Vitor para mim é mais que um primo, é como um irmão e cantamos juntos há mais de dez anos. Só que, antes, ele cantava com pai dele. Há oito meses, resolvemos montar a dupla Vitor e Ruan – eu fazendo a segunda voz. Quem quiser curtir o nosso trabalho pode seguir no @vitoreruanoficial no instagram”, convida Ruan.

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