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Pará de Minas 20/05/2022


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Colunista

274ª MOSTRA GP: ARTESANATO
A preocupação em valorizar e incentivar a produção artístico-cultural de Pará de Minas sempre foi tônica do jornal gazeta pará-minense que, em junho de 1989, inaugurou a mostra GP, na recepção da Gazeta. Trata-se de um evento bimensal, com exposição dos trabalhos desses artistas (pintura, cerâmica, fotos, poesias, etc).

Convidada para expor seus belos artesanatos na 274ª Mostra GP, na recepção da GAZETA, que fica na rua Alferes Esteves, 54, Centro, nos meses de março e abril, esta coluna convidou, desta vez, a artesã e empresária, Leni Nunes Lopes, 60. A reportagem GP conversou com ela, que contou detalhes de sua carreira. Leia.

“Desde pequena, sempre gostei de artesanato. Antes de trabalhar com artesanato, eu tive um laboratório de prótese dentária, além de ter formação como pedagoga. Dei aula de artes, durante onze anos, quatro pela prefeitura e sete, no Colégio Salesiano. No início da minha carreira, fiz um pouco de tudo dentro do artesanato, mas com o passar do tempo tive que escolher um tipo mais incomum para ter um diferencial. Foi quando decidi trabalhar mais com o mosaico, com pastilhas de vidro e cerâmica”, revela Leni.

CONCRETIZAÇÃO DO SONHO - “Parei de dar aulas, porque senti tinha chegado a hora de concretizar o meu sonho, tendo o meu próprio ateliê. Quando o abri já tinha me decido em fazer algo diferente dos demais. Além do mosaico, a pedido de familiares e amigos, comecei a fazer também o quilling, que é a arte de enrolar papéis. Comecei fazendo caixinhas de quilling, cartões, mandalas, tábuas de frios com mosaico, entre outros. Comecei então a participar de exposições em Florestal, Pará de Minas e Belo Horizonte, onde tive uma aceitação muito boa e acabei conseguindo vender tudo. Mas a aceitação aqui em Pará de Minas também é muito boa e hoje tenho bastante clientes. Minhas peças são voltadas mais para a decoração de cozinhas e banheiros, além de cachepôs.”

ALGO MAIS? - “É um sentimento muito gratificante, quando vejo minhas peças decorando algum ambiente. O público que compra esse tipo de artesanato são pessoas acima de trinta anos, já que quanto mais velho o público mais ele valoriza o artesanato. As peças que eu faço, por serem artesanais, são peças únicas. Afinal, por mais que eu tente reproduzir uma peça igual a uma que eu já havia feito, ela não ficará igual, o que a torna exclusiva”. 

Para saber mais: site offstore.me/leniartes; instagram @leniartes.artesmanuais; ou no ateliê, que fica na rua Sacramento, 272, Centro.


As belíssimas peças de artesanato expostas na sede da GAZETA e a artesã, Leni Nunes (no detalhe): “É um sentimento muito gratificante, quando vejo as minhas peças decorando algum ambiente”

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